PISTAS PARA O TESOURO

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O que não se aprende na catequese

Maria viu um grupo de raparigas saírem da catequese, seguidas da catequista. Quando percebeu que esta era uma antiga colega de escola com quem sempre se dera mal resolveu aproximar-se. As raparigas andavam todas nos doze e treze anos e algumas já pareciam umas mulherezinhas. A catequista reconheceu Maria e, a memória da sua inimizade aliada aos rumores que tinha ouvido sobre o seu comportamento, levaram-na a apressar as raparigas. Mas Maria apanhou-as rapidamente e, ignorando a antiga colega, perguntou às outras:
- Meninas, ouviram falar daquele terramoto que houve na China na semana passada? Morreram milhares de pessoas… E aquele bebé que foi queimado pelos…?
- Maria, por favor! Não perturbes as…
- Eu não quero perturbar, mas apenas perguntar uma coisa: como é que raio um Deus bom permite que haja tanto mal? Não costumam falar sobre isso na catequese?
- Maria…
- Claro que não costumam, o padre ainda se zangava se alguém tivesse a ousadia de pensar dentro da sua igreja! Lembro-me bem de como eras uma cabra conformista, sempre a dizer que sim aos professores e… Caralho, que lambe-botas!
- Vamos embora, meninas!
- Vão, mas fiquem a saber que a vossa catequista não é a santa que aparenta: quando andávamos no Liceu ela deixou-se foder por mais de metade dos rapazes da escola e dizia-se que fazia broches aos professores para ter boas notas!
- Vamos, vamos!
A catequista tinha ficado com a cara muito vermelha e o nervosismo fazia-a mexer freneticamente as mãos. As raparigas iam andando à sua frente, mas - curiosas e divertidas com a situação – não se apressavam muito. Depois de as seguir durante alguns metros, Maria parou, mas antes de elas se afastarem muito levantou a voz e disse:
- Vou ensinar-lhes uma oração que a puta cobarde da vossa catequista nunca vos ensinará, embora a conheça bem. Aprendam-na bem, pois em breve vos será útil. É assim: “Deus Nosso Senhor, dá-me a mim um desejo insaciável e aos meus amantes uma picha sempre dura para saciá-lo várias vezes ao dia. Dá-me esporra e prazer em grande quantidade e guarda os filhos para a minha vizinha. Amén!”

14 comentários:

  1. Olha que é uma oração plena de razão...

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  2. Não tenciono fazer nenhuma viagem, mas a verdade é que vou de férias, fugir daquilo que me prende. Mas daquilo que falo é somente refugiar-me em mim, não é preciso fazer alguma viagem, apenas a nossa viagem.

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  3. Adorei a Maria.....e a sua encantadora, e porque não dizer delicia de sarcasmo, oração.

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  4. Está aí a oração que só Maria poderia ensinar...
    Maria é fantástica!

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  5. não há diferença(:, foi para reforçar.

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  6. uma oração que a puta cobarde da vossa catequista ....e era puta porque cobrava dinheiro ou é a sua opinião das catequistas e sabe-se lá dos restantes 51% da raça humana?

    cobarde? ensinam-se as crenças não se praticam
    senão isso de amar o próximo dava mau resultado

    o próximo é sempre tão distante

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  7. nao percebeu bem a minha "sugestão", ainda que um bocado idiota - cada pessoa é que escolhi quando queria morrer, só quando estivesse farto, sem uma data limite de cá estar :)

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  8. O Zé até corou de vergonha, não pelo texto em si, mas por não conhecer a catequista. O ditado popular aplica-se-lhe, "bem diz Frei Tomás, faz o que ele diz, não faças o que ele faz."
    Abraço do Zé

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  9. Com tanto ódio, só posso concluir que a catequista atropelou o gato da Maria. E várias vezes!

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  10. Foi o odio de maria a falar...
    Beijo d'anjo

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  11. Jaime aqui está, Maria não terá tempo para ver TV ;-) Beijo

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