Depois de meia hora a lamber e a perfurar com os dedos os estreitos orifícios da rapariga, e após a aguda explosão de gemidos que se seguiu a muitos gritinhos de prazer, Sofia sentou-se na cama e sorriu, inebriada pelo prazer da outra. Diminuiu o sorriso para metade e ficou calada e imóvel, submersa em pensamentos que a rapariga não conseguia perscrutar, apesar de espreitar com ávida e silenciosa atenção o seu rosto bonito e todos os centímetros da sua nudez. Passaram vários minutos até o silêncio ser quebrado, quando o sorriso de Sofia se rasgou de novo.
- Os teus buraquinhos fazem-me lembrar a casa da minha avó.
- Hã?? A minha cona faz-te lembrar a cona da tua avó?
- Não! Sei lá como era a cona da minha avó! A casa, eu disse a casa. A tua cona e o teu cu fazem-me lembrar a casa da minha avó, que também era muito acolhedora e saborosa – sempre cheia de doces, compotas, xaropes de açúcar e mel, um mel divino! Tal qual os teus buraquinhos!
- …
- Não dizes nada? Não importa! As recordações só alimentam a pessoa que recorda. Alimentam e prendem, caso sejam conduzidas por um coração desvairado. Mas, realmente, nada disto tem importância. Anda, vem. Deixa de me comer com os olhos e come-me a sério. Quero ser engolida pela tua boca!
Quando Sofia disse esta última frase, o rosto de Marta pousou sobre o rosto da rapariga e substituiu-o durante alguns segundos, mas desapareceu assim que a língua dela lhe penetrou a boca e as suas mãos lhe tomaram posse dos seios.







