Estava a comparar o tamanho e o feitio das mamas das empregadas da loja quando a esposa o chamou ao provador de roupa. Queria que a ajudasse a apertar o vestido que estava a experimentar. Pegou desembaraçadamente no fecho do vestido, mas em vez de o puxar para cima puxou-o completamente para baixo e acariciou-lhe as costas e depois os seios. Ela protestou baixinho. O marido respondeu que não estava ninguém nos outros provadores e que as empregas se encontravam todas ao fundo da loja a arrumar roupas. Com movimentos rápidos e precisos baixou o vestido até à cintura e desapertou o soutien e, assim que o terreno ficou livre de obstáculos, apertou -lhe os mamilos com a ponta dos dedos. Ela deixou de resistir e, enquanto se entregava às mãos dele, enfiou a mão esquerda nas cuecas, procurando dividir os dedos entre o clítoris e o poço da vagina.
- Sim, sim! Ordenha-me querido!
Com a mão direita desapertou-lhe rapidamente a braguilha e, embora ele parecesse conhecer bem o caminho, guiou o pénis exactamente até à entrada do seu sexo. Apesar da posição pouco favorável, a progressão foi fácil e expedita. Bastou ela empinar um pouco o rabo para os vinte e cinco centímetros serem completamente engolidos. Durante todo esse tempo, os seus mamilos nunca deixaram de ser manuseados pelos dedos sábios do esposo e a sua mão esquerda não deixou o clítoris sozinho nem por um segundo.
Embora tenham ambos tentado conter os gemidos, é pouco provável que as empregadas não tenham ouvido nada. Principalmente quando - com poucos segundos de intervalo - os orgasmos chegaram - repletos de movimentos bruscos, gemidos reprimidos e respirações entrecortadas. Seja como for, não disseram nada nem se aproximaram. Tal como não comentaram a nódoa húmida desenhada no vestido, quando o dobraram e embrulharam. A senhora e o seu importante marido eram bons clientes e, como é sabido, o cliente tem sempre razão.







